sexta-feira, 21 de março de 2008

19 Moreria Campos - S. Pompeu (1914 -1994 )


Biografia


Moreira Campos (José Maria), nascido em Senador Pompeu (6 de janeiro de 1914), é filho do português Francisco Gonçalves Campos e Adélia Moreira Campos.

Ingressou na Faculdade de Direito do Ceará, bacharelando-se em 1946. Licenciou-se em Letras Neolatinas em 1967, na antiga Faculdade Católica de Filosofia do Ceará.

Na área do magistério iniciou-se como professor de Português, Literatura e Geografia em colégios. Exerceu o magistério na Universidade Federal do Ceará, Curso de Letras, como titular de Literatura Portuguesa. Integrante do Grupo Clã. Pertenceu à Academia Cearense de Letras.

Faleceu em Fortaleza, no dia 7 de maio de 1994.

Deixou as seguintes coleções:

Vidas Marginais (1949),
Portas Fechadas (1957), distinguido com o Prêmio Artur de Azevedo, do Instituto Nacional do Livro,
As Vozes do Morto (1963),
O Puxador de Terço (1969),
Os Doze Parafusos (1978),
A Grande Mosca no Copo de Leite (1985)
e Dizem que os Cães Vêem Coisas (1987).

Seus Contos Escolhidos tiveram três edições, Contos foram editados em 1978 e Contos – Obra Completa se publicaram, em dois volumes, em 1996, pela Editora Maltese, São Paulo, com organização de Natércia Campos.

Tem também um livro de poemas, Momentos (1976). Participou de diversas antologias nacionais. Algumas de suas peças ficcionais foram traduzidas para o inglês, o francês, o italiano, o espanhol, o alemão.

Sua obra está estudada em importantes livros, como o de José Lemos Monteiro, intitulado O Discurso Literário de Moreira Campos, o de Batista de Lima, Moreira Campos: A Escritura da Ordem e da Desordem, e outros mais abrangentes, como Situações da Ficção Brasileira, de Fausto Cunha; 22 Diálogos Sobre o Conto Brasileiro Atual, de Temístocles Linhares; e A Força da Ficção, de Hélio Pólvora. Em jornais e revistas se estamparam quase uma centena de artigos e ensaios sobre os seus livros.

Temístocles Linhares classifica o contista de Portas Fechadas de “um de nossos maiores contistas atuais”. E comenta: “Lê-lo, para mim, é reviver, em certos aspectos, transpostos para o ambiente de seu Ceará, os velhos mestres do naturalismo. Como eles, o autor também desconfia das grandes palavras e dos grandes gestos, preferindo tentar substituir os julgamentos de valor pelos julgamentos de existência”.

Assis Brasil escreveu: “Moreira Campos faz, no Ceará, a ligação entre o conto de história, ainda vigente nos primeiros anos do Modernismo, e o conto de flagrante, sugestivo, que as novas gerações, a partir de 1956, desenvolveriam em muitos aspectos criativos”.

Hélio Pólvora opina: Moreira Campos, “embora não sendo um tchekhoviano perfeito, dele (Tchekhov) se aproxima quando livra o conto de uma sobrecarga excessiva e procura atingir logo o alvo, localizar logo o nervo exposto”. E acrescenta: “Moreira Campos seleciona e filtra fatos que às vezes se resumem a instantes, e nesse processo informa ou sugere o conflito vivido pela personagem, mostrando, afinal, o que ela faz para resolver o conflito ou sucumbir”.

Segundo Herman Lima, no ensaio citado na primeira parte, Moreira Campos: (...) “é um mestre do conto moderno, desde o aparecimento do seu primeiro livro, Vidas Marginais (1949), no qual há pelo menos uma obra-prima do conto universal desta hora, “Lama e Folhas”. Diz mais: “As pequenas ou grandes tragédias, as comédias ocultas do cotidiano burguês, fixadas por ele, ganham, em sua mão experiente, uma especificidade que o aproxima dos maiores nomes do conto psicológico de todos os tempos, de Machado de Assis para cá, inclusive e principalmente Tchecov, de sua íntima e fiel convivência, ou, mais perto de nós, de um Joyce dos Dubliners ou um Sherwood Anderson, de Winesburg Ohio”.

Montenegro argumenta: “Moreira Campos será talvez não apenas o contista de maior projeção nas letras cearenses contemporâneas, porém, ainda, juntamente com Osman Lins, Dalton Trevisan e poucos outros, terá ele realizado o que de mais significativo existe no conto moderno brasileiro”.

Sânzio de Azevedo, principalmente no ensaio “Moreira Campos e a Arte do Conto” (Novos Ensaios de Literatura Cearense) faz algumas observações: “Na linhagem de Machado de Assis e por conseguinte na de Tchecov é que se entronca a obra ficcional de Moreira Campos” (...). Segunda: “apesar de haver optado pela narrativa sintética, extremamente despojada, com que tem enriquecido a nossa literatura através de não poucas obras-primas, não renegou os longos contos de seu primeiro livro” (...). Terceira observação: “Em Moreira Campos o que mais importa são os dramas da alma humana, e não a presença da terra, ostensivamente retratada nas páginas de Afonso Arinos e Gustavo Barroso”.

Batista de Lima, no ensaio mencionado linhas atrás, fala da corrosão física dos personagens, dos agentes dessa corrosão, dos defeitos congênitos, da decrepitude, da doença e da morte. A seguir analisa o oposto disso, ou seja, a ordem: “A nova ordem começa a ser instaurada no momento em que o narrador doma a morte, colocando-a no convívio familiar dos personagens.” E, passando da ordem narrada para a ordem vocabular, constata a constante evolução da arte do contista.

Em “As Características da Escritura de Moreira Campos” (O Fio e a Meada: Ensaios de Literatura Cearense, págs. 155/158), Batista é de opinião que o contista “transita com mestria entre momentos impressionistas, neo-realistas e neonaturalistas, sempre conservando uma estrutura linear para suas narrativas, com princípio, meio e fim bem delineados.” Especifica: “As principais características da narrativa de Moreira Campos são: uma tendência para o uso de elementos descritivos em paralelo aos narrativos; os vazios deixados para serem preenchidos pelo leitor; a eliminação de comentários e interpretações paralelas; a quase ausência de diálogos; a atuação do tempo como elemento corrosivo sobre os personagens; o uso das repetições como forma de superação das dificuldades de relacionamento entre as diferentes classes de pessoas; a ironia; a luta pela concisão.”

José Alcides Pinto, em “Um Mundo de Coisas Miúdas” (Política da Arte–II, págs. 51/52), observa: “Moreira Campos, obstinado em sua procura do novo, do mundo brilhante das coisas obscuras, melhor direi de “vidas marginais”, reapanha, com O Puxador de Terço, o início de sua carreira literária, que ele torna cíclica num processo, quase mágico de depuração estilística”. Em “Moreira Campos e a Nova Ficção Brasileira” (PA-I), ao comentar Os Doze Parafusos, afirma: (...) “abrem um novo caminho na ficção de Moreira Campos, já esboçada sob o ponto de vista erótico em outras obras, mas sem a liberdade de como os assuntos são agora tratados, vistos de frente, com um realismo mágico e epidérmico, que se inscreve, com muita propriedade, no fescenino, num clima de autonomia individual e sem o prejuízo de uma linguagem estética – função inequívoca a toda obra de arte”.

Francisco Carvalho, em “A Transparência Formal na Ficção de Moreira Campos” (EL, págs. 124/127), vê nas peças ficcionais de A Grande Mosca no Copo de Leite que “em todas elas a excelência do artesanato literário destaca-se por uma rigorosa economia de palavras e por uma extraordinária transparência formal”. E mais adiante: “A prosa enxuta, a frase carregada de sentido, a noção de ritmo e de musicalidade, o poder de síntese, o rigor no emprego da palavra, a densidade psicológica e a expressividade – são esses alguns dos aspectos que se articulam no contexto ficcional do novo livro de Moreira Campos”. Em “Contos Escolhidos” (Textos e Contextos), analisa a evolução do contista: “Os contos da primeira fase, elaborados sem qualquer preocupação de fidelidade aos paradigmas da chamada “história curta”, já se apresentam numa evidente perspectiva de modernidade”. E mais adiante: “Já nos contos da segunda fase, Moreira Campos persegue obstinadamente os horizontes da síntese, da pura essencialidade”.


(Do livro Panorama do Conto Cearense, de Nilto Maciel)

Fonte:
Jornal de Poesia
http://www.revista.agulha.nom.br/mcampos.html#bio

Saiba mais
http://pormaisleitura.blogspot.com/2007/05/dos-meus-mestres-moreira-campos.html

Vídeo
http://br.youtube.com/watch?v=sHsuW9yvfyM

ESCRITOR CEARENSE

post em construção

A


Abelardo Montenegro
Adolfo Caminha
Alba Valdez
Albano Amora
Alfredo Castro
Álvaro Bomilcar
Álvaro Martins
Aluísio Medeiros
Andrade Furtado
Antônio Bezerra :: Quixeramobim -Ceará (1841 - 1921)
Antônio Sales
Antônio Tomás
Araripe Júnior
Artur Eduardo Benevides
Augusto Linhares
Azarias Sobreira

B

Beni Carvalho
Braga Montenegro

C

Cândida Maria Galeno
Capistrano de Abreu
Carlos Cavalcanti
Carlos Gondim
Carlos Studart Filho
Carlos Sá
Carlyle Martins
Clóvis Beviláqua
Clóvis Monteiro
Cruz Filho

D

Demócrito Rocha
Djacir Menezes
Dolor Barreira
Domingos Olímpio

E

Eduardo Campos
Eduardo Girão
Epifânio Leite
Eurico Facó

F

Farias Brito
Faustino Nascimento
Fernandes Távora
Filgueiras Lima
Florival Seraine
Fran Martins
Franklin Távora - Baturité - 1842 - 1888

G

Gastão Justa
Gil Amora
Girão Barroso
Gonçalo Ferreira da Silva - cordelista - Ipu - Ceará
Guilherme Studart
Gustavo Barroso

H

Heloneida Studart
Henriqueta Galeno
Herman Lima
Hugo Catunda

I

Irineu Filho

J

Jáder de Carvalho
Joaquim Alves
Joaquim Catunda
Joaquim Pimenta
João Brígido
João Clímaco
João Jaques
Joel Linhares
José Albano
José de Alencar - 1829 - 1877
José Quinderé
Júlia Galeno
Júlio Cesar da Fonseca
Júlio Maciel
Justiniano de Serpa
Juvenal Galeno

L

Leão de Vasconcelos
Leonardo Mota
Lívio Barreto

M

Mário da Silveira
Mário Linhares
Martins Filho
Martins d´Alvarez
Martinz de Aguiar
Matos Peixoto
Milton Dias - Ipu,1919
Misael Gomes
Monte Arrais
Moreira Campos -1914 -1994
Mozar Monteiro
Mozar Pinto
Mozar Soriano Aderaldo

N

Nilto Maciel - Baturité - 1945 -
link- ceia Blog

O




Oliveira Paiva
Oscar Lopes
Otacílio de Azevedo
Otávio Lobo

P

Pápir Júnior
Paula Nei - Aracati - Ce (1858 - 1897
Perboyre Silva
Pompeu Sobrinho

Q

Quintino Cunha

R

R. Magalhães Júnior
Raimundo Girão
Raquel de Queirós
Renato Braga
Rocha Lima
Rodolfo Teófilo

S

Sabóia Ribeiro
Soares Bulcão
Stênio Lopes

T
Tomás Lopes
Tomás Pompeu

U
Ubiratan Aguiar

Referências básicas


ANTOLOGIA CEARENSE Organizada pela Academia Cearense de Letras e editada pela Imprensa Oficial Fortaleza - 1957 438 páginas.

JORNAIS, REVISTAS E INTERNET (referência em construção )


17 - José de Alencar - Fortaleza - (1829 - 1877 )









José Martiniano de Alencar (Messejana, 1 de maio de 1829 — Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1877) foi um jornalista, político, orador, romancista, crítico, cronista, polemista e dramaturgo brasileiro. Filho de um influente senador, José de Alencar formou-se em Direito, iniciando-se na atividade literária através dos jornais Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. Foi casado com Ana Cochrane. Era irmão do diplomata Leonel Martiniano de Alencar, barão de Alencar.

Vida


Nascido em Messejana, bairro da capital cearense, a família transfere-se para a capital do Império e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso em 1846.


Fundou, nessa época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo Questões de estilo. Formou-se em Direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856, sob o pseudônimo de Ig, criticou o poema A Confederação dos Tamoios, de Gonçalves de Magalhães.


Ainda no mesmo ano, publicou sob a forma de folhetim seu primeiro romance, Cinco Minutos, no ano seguinte publica, no mesmo formato, A Viuvinha. Mas é com O Guarani (1857) que alcançará notoriedade. Nesse romance José de Alencar criou uma mitologia nacional compatível com os romances europeus do período, que traziam freqüentemente temas relacionados à cavalaria e aos tempos medievais: uma vez que o Brasil não possuía cavaleiros nem feudos, Alencar soube adaptar magistralmente o tema, sugerindo uma evocação ao passado indígena (imaginado) com igual brilho e diversidade.


O herói Peri, no entanto, possui características bastante inesperadas para um índio, como a obediência quase irrestrita ao homem branco e o comportamento cavalheiresco.

José de Alencar.

José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro é uma epopéia sobre a origem do Ceará, tendo como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O segundo livro tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade.

Em 1859, tornou-se Chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em 1860 José de Alencar havia ingressado na política, como deputado. Em 1868, tornou-se Ministro da Justiça e, em 1869, candidatou-se ao Senado. Em 1877 viria a ocupar um ministério no governo do Imperador Dom Pedro II. Em 1872 se tornou pai de Mário de Alencar.
Tuberculoso, viajou para a Europa em 1877 para tentar um tratamento, porém não teve sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro no mesmo ano.

Produziu também romances urbanos (Senhora, 1875;Encarnação,escrito em 1877, ano de sua morte e divulgado em 1893), regionalistas (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e históricos (A Guerra dos Mascates, 1873), além de peças para o teatro. Característica de sua obra é o nacionalismo, tanto nos temas quanto nas inovações no uso da língua.

Em um momento de consolidação da Independência, Alencar representou um dos mais sinceros esforços patrióticos em povoar o Brasil com conhecimento e cultura próprios, em construir novos caminhos para a literatura no país. Em sua homenagem foi erigida uma estátua no Rio de Janeiro.

Fonte: Wikipéia

16 Milton Dias - Ipu 1919 -


Foto: Milton Dias

Por Estevão Vale - dez 2005
Reproduzido da AFAI – Vultos ilustres




“Com atraso envio-lhe uma mini-biografia do escritor Milton Dias conforme foi solicitado. É de se afirmar que pelo tempo escasso que tenho acabei pesquisando apenas no livro "Relembranças" que é uma espécie de auto-biografia lançado após a morte do mesmo.

Nome completo: José Milton de Vasconcelos Dias.
Pais: Pedro Ximenes Dias e Maria Iracema de Vasconcelos Dias.
Nascido em 29 de abril de 1919 em Ipu-Ce., (mais precisamente na "Rua da Goela").

Livros publicados:
- Sete-Estrelo
- As cunhãs;
- A Ilha do Homem-Só;
- Entre a boca da noite e a madrugada;
- Viagem no arco-íris;
- Cartas sem resposta;
- As outras cunhãs;
- Passeio no conto;
- O caso da Capitoa e outros paleios.

Bacharel em Direito e em Letras, professor de Língua e Literatura francesa do Centro de Humanidades da UFC membro da Academia Cearense de Letras.
Condecorado pelo Governo Francês com a Ordem das Palmas Acadêmicas, no grau de Cavaleiro, posteriormente promovido ao grau de Oficial.


Apresentava-se muito orgulhoso de ser ipuense apesar de seus pais terem ido para Santana do Acaraú(e posteriormente Massapê) quando era muito novo não guardando nenhuma lembrança do tempo que viveu em Ipu. Abaixo uma frase dita por ele que comprova este orgulho:
"Eu sinto orgulho dos responsáveis pela minha presença no mundo e do meu lugar de nascimento. Se tivesse de nascer de novo queria tudo repetido. Gosto de andar por ai e voltar pra minha terra."

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Saiba mais

15- Biografia - Ana Craveiro


Quem sou eu? (Ana Craveiro)

Sou o tempo que não pára
Mas a saudade que parou no tempo.
Sou essa...
que arregala os olhos para te ver
Mas que o fita com olhos fechados
sempre que quiser.
Sou as folhas que o outono levou
às terras distantes...
Mas que têm as raízes fixas
na terra natal.
Onde eu respiro o aroma salino
e afrodisíaco do mar
Mas reponho as energias
nas águas dos rios, córregos
e nas cachoeiras, sem parar.
Sou essa...
que vagueia ao sol em sono profundo
e a noite desperto.
Não sei se durmo, ou não.
Sinto, sem pulso,
as veias acelerarem...
enquanto o coração desritmado
fica inerte.
E nesse contra-senso de mim
subo ao Corcovado
e Te vejo de braços abertos.
...............................
De longe
sem rede
sem peixe
sem onda...
vou te cantar
com os olhos de Chopen.
..............................
Sou incomum, divergente, intuitiva
Vou até o cosmos energizado
e me perco nas minhas entranhas.
Choro de alegria quando vejo
o outro sorrir...
e dou rizadas da saudade que
não deixa eu te esquecer.

Sou "poeta"
com trabalhos escritos
em jornais, pelo Brasil.
E três antologias publicadas
na Ceia Literária,em Fortaleza-Ce.

Ana Craveiro-2006
Essa sou eu.

14 Marina Fernandes

Foto:
Marina e Oswaldo Montenegro



"não sou alegre, nem sou triste,
sou poeta"

Amante incondicional da mùsica e da poesia de Oswaldo Montenegro assim como de tudo que é belo e verdadeiro.

Detesto falsidade, sou o que sou,não digo nada para me arrepender depois, tudo que digo é realmente o que penso, o que sinto, procuro ser coerente nas minhas ações para não ofender as pessoas, evito mazelas para minha próxima encarnação, penso que a vida é uma brincadeira de roda e é também um eterno aprendizado e é nessa escola que aprendo a cada dia, principalmente a me defende.

Por isso sou feliz

13 Biografia - Airton Soares


É formado em Letras, e se especializou em Literatura Brasileira. Cursou Economia, Filosofia e Psicologia. Trabalhou no Grupo M.Dias Branco, Banco do Estado do Ceará e Organização Educacional Farias Brito.

Há 20 vinte anos ministra cursos e palestras, para empresas e estudantes, nas áreas de Recursos Humanos, Comercial e Administrativa usando como metodologia o Teatro Empresarial. Entre seus clientes - parceiros estão: Fácil Consultoria – Serh Consultoria - CDL - FCDL - SEBRAE – Cetrede - SESC, Ceras Johnson, Universidade de Fortaleza - UNIFOR, entre outros. Autor de O Mundo Fora de Esquadro.

Publicações:

Olho por Olho, Dente por Dente: A Ética no discurso Proverbial (no prelo)

CORDEL: O Estatuto do Idoso – 2004;

CORDEL: Hora de Comunicar para nosso Banco Mudar- 1994 - (Banco do Estado do Ceará –BEC )

Fundador do Alternativo Li por Aí mundão afora em 1992;

O Mundo Fora de Esquadro. Fortaleza: Premius, 2006


NO PRELO:

· Peque leve com seu chefe (crônicas do mundo corporativo )

· Estratégias de Estudo: Aprendendo a memorizar com criatividade

· Conversa vai Conversa vem (Crônicas – temas diversos)