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quarta-feira, 19 de março de 2008

“INETERNIDADE” ou qualquer coisa

09

Ednardo Gadelha, da CEIA

Florianópolis - SC

As borboletas deveriam ser eternas, assim, como muitas outras coisas do mundo- mundo que imaginamos existir.

Amar, também, bem poderia ser eterno… eu, aqui, escrevendo, ousado, queria ser eterno, um momento infinito..Mas penso que essa ineternidade da “vida” com todos os seus “valores” é que a torna dádiva (divina?).

Seria o que faz com que cada dia descortine-se dia – até mesmo alegre – seja de sol ou chuva; chuva ou sol? Ou o eu faz com que noite opós noite abrande-se noite, em si mesma?...

Aliás, penso que eu pensara assim… É, eu pensara quase assim!.Eu lia o mundo mais ou menos assim. No entanto, hoje, digo que as borboletas bem deveriam ser eternas, e nem me sinto tão paradoxal.
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In CONSTRUÇÃO - Órgão de Divulgação da Ceia Literária – ANO VII - nº 15 - abril-julho 1988.

PARA UMA ROSA MULTICOR - A Rosário Gadelha

01

Por Ednardo Gadelha
Membro da Ceia

Rosa vinha de vestido verde
a vida transluziu em oliva-pátria
sete de setembro
sete de outubro
… quinze
aulas de amor à vida
Rosa vinha em seu vestido branco
a vida resurgiu em batom cor-de-rosa
que se beija além do Carnaval.
Distante, numa quarta florida
uma rosa reflorida
desde a aliança do Natal.