sexta-feira, 21 de março de 2008

15- Biografia - Ana Craveiro


Quem sou eu? (Ana Craveiro)

Sou o tempo que não pára
Mas a saudade que parou no tempo.
Sou essa...
que arregala os olhos para te ver
Mas que o fita com olhos fechados
sempre que quiser.
Sou as folhas que o outono levou
às terras distantes...
Mas que têm as raízes fixas
na terra natal.
Onde eu respiro o aroma salino
e afrodisíaco do mar
Mas reponho as energias
nas águas dos rios, córregos
e nas cachoeiras, sem parar.
Sou essa...
que vagueia ao sol em sono profundo
e a noite desperto.
Não sei se durmo, ou não.
Sinto, sem pulso,
as veias acelerarem...
enquanto o coração desritmado
fica inerte.
E nesse contra-senso de mim
subo ao Corcovado
e Te vejo de braços abertos.
...............................
De longe
sem rede
sem peixe
sem onda...
vou te cantar
com os olhos de Chopen.
..............................
Sou incomum, divergente, intuitiva
Vou até o cosmos energizado
e me perco nas minhas entranhas.
Choro de alegria quando vejo
o outro sorrir...
e dou rizadas da saudade que
não deixa eu te esquecer.

Sou "poeta"
com trabalhos escritos
em jornais, pelo Brasil.
E três antologias publicadas
na Ceia Literária,em Fortaleza-Ce.

Ana Craveiro-2006
Essa sou eu.

14 Marina Fernandes

Foto:
Marina e Oswaldo Montenegro



"não sou alegre, nem sou triste,
sou poeta"

Amante incondicional da mùsica e da poesia de Oswaldo Montenegro assim como de tudo que é belo e verdadeiro.

Detesto falsidade, sou o que sou,não digo nada para me arrepender depois, tudo que digo é realmente o que penso, o que sinto, procuro ser coerente nas minhas ações para não ofender as pessoas, evito mazelas para minha próxima encarnação, penso que a vida é uma brincadeira de roda e é também um eterno aprendizado e é nessa escola que aprendo a cada dia, principalmente a me defende.

Por isso sou feliz

13 Biografia - Airton Soares


É formado em Letras, e se especializou em Literatura Brasileira. Cursou Economia, Filosofia e Psicologia. Trabalhou no Grupo M.Dias Branco, Banco do Estado do Ceará e Organização Educacional Farias Brito.

Há 20 vinte anos ministra cursos e palestras, para empresas e estudantes, nas áreas de Recursos Humanos, Comercial e Administrativa usando como metodologia o Teatro Empresarial. Entre seus clientes - parceiros estão: Fácil Consultoria – Serh Consultoria - CDL - FCDL - SEBRAE – Cetrede - SESC, Ceras Johnson, Universidade de Fortaleza - UNIFOR, entre outros. Autor de O Mundo Fora de Esquadro.

Publicações:

Olho por Olho, Dente por Dente: A Ética no discurso Proverbial (no prelo)

CORDEL: O Estatuto do Idoso – 2004;

CORDEL: Hora de Comunicar para nosso Banco Mudar- 1994 - (Banco do Estado do Ceará –BEC )

Fundador do Alternativo Li por Aí mundão afora em 1992;

O Mundo Fora de Esquadro. Fortaleza: Premius, 2006


NO PRELO:

· Peque leve com seu chefe (crônicas do mundo corporativo )

· Estratégias de Estudo: Aprendendo a memorizar com criatividade

· Conversa vai Conversa vem (Crônicas – temas diversos)

12 Fernando Câncio - "Causos"

Quinta-feira, Outubro 12, 2006
Blog antigo da ceia

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Recebi & Agradeço
FERNANDO CÂNCIO

Meu amado mestre se reportando à publicação
de algumas de suas trovas, aqui no "Li",
aproveita o espaço para dizer um dos
seus pensamentos circunstanciais e outros `causos´!



"Estimado amigo - meio gente... meio louco.


ESTIMADO EDITOR:
Agradeço sua coragem de me meter de gaiato no seu Li por Cá.

De regresso ao sério: Perdi prematuramente minha esposa.
Nunca esperei passar para segunda classe. Agora me dou a graça de compor pensamentos circunstanciais.

Tome este:
"NUM CASAMENTO FELIZ , O SOBREVIVENTE ADQUIRE
A CRUEL PRIMAZIA DE MORRER DUAS VEZES".
Câncio
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"Prezado Dr. Airton Só - Ares

Não sou um velho. Sou idoso de carteirinha.
Tenho orgulho dos meus 84 marços, os janeiros já erram !
Mesmo assim ainda penso naquilo, embora mais democraticamente.

Acabo de conhecer uma loura inteligente.
Sempre fala no meu benefício do INSS defazado em 70%. Me convidou, vamos fazer uma transa bestial.

Concordei em números e "degraus". (A escada que tive subir aos trancos.)
Lá chegando, sentado numa cama redonda, tive uma crise de "minensse".
Ahi... perguntei pra danada já em trajes sucintos. Moça !
- Me diga o que nós viemos fazer aqui..
Ela me olhou com aqueles olhos de Madalena arrependida - e disse... SABE QUE NUN CHEI !..

É isso ahi... Engoli sapos deixou de ser algo atípico. Hoje faz parte."

Fernando Câncio é poeta - trovador, escritor.
Presidiu a UBT- União Brasileira de Trovadores - Seção - Ce,
de 1980 a 2001, se não me falha a memória.
É um dos fundadores da Ceia Literária e membro da
Academia de Letras Municipais do Ceará.



11 Fernando Câncio - Biografia


Fernando Câncio de Araújo
Filho de João e Elisa - Falecidos
Natural de Fortaleza / Ce. 14 de março de 1922


Autodidata
- Escritor
- Trovador
-Artista Plático
- Aposentado. a vinte e dois
anos.

Sócio da União Brasileira de Trovadores - Seção de Fortaleza - Ce.

Benemérito da UBT Nacional - Sócio da Acadenia Municipalista de
Letras - Ce.

Sócio Correspondente da Academia Cachoerense de Letras
_ Itapemirim - SE

- Sócio Correspondente da Academia de Letras Raul de Leoni - Teresópolis - RJ.

Sócio da Ceia Literária - Fortaleza - Ce


Não tem inimigos a vista.

Não uso relógio nem tel. Celular - nem Sapatos, paletós, gravatas
Desejo. Viver bem - Ouvir muito/ Falar pouco - Aprender sempre.
Culinária: Como tudo que me faz mal. Nunca fumei - Alcool com àgua (Sangria)
Religião: Todas - Guia estiritual: Urubatam. Acredito em DEUS.


Câncio - dia 23 de dezembro dia de São João Câncio (Italiano)

RASCUNHO - AS

25 03-06

O propósito desse rascunho é facilitar nas postagens do blog. Utilizar linques.
















quarta-feira, 19 de março de 2008

“INETERNIDADE” ou qualquer coisa

09

Ednardo Gadelha, da CEIA

Florianópolis - SC

As borboletas deveriam ser eternas, assim, como muitas outras coisas do mundo- mundo que imaginamos existir.

Amar, também, bem poderia ser eterno… eu, aqui, escrevendo, ousado, queria ser eterno, um momento infinito..Mas penso que essa ineternidade da “vida” com todos os seus “valores” é que a torna dádiva (divina?).

Seria o que faz com que cada dia descortine-se dia – até mesmo alegre – seja de sol ou chuva; chuva ou sol? Ou o eu faz com que noite opós noite abrande-se noite, em si mesma?...

Aliás, penso que eu pensara assim… É, eu pensara quase assim!.Eu lia o mundo mais ou menos assim. No entanto, hoje, digo que as borboletas bem deveriam ser eternas, e nem me sinto tão paradoxal.
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In CONSTRUÇÃO - Órgão de Divulgação da Ceia Literária – ANO VII - nº 15 - abril-julho 1988.